terça-feira, 4 de dezembro de 2007

NOVO 11/SET EM PREPARAÇÃO, ADVERTE BISPO


Os ataques terroristas do 11 de Setembro de 2001 foram um trabalho interno (inside job), afirmou o bispo estado-unidense Richard Williamson, da Igreja Católica Romana. Os ataques foram cometidos "para que o público americano aceitasse as invasões do Afeganistão e do Iraque" , acrescentou.
"Sem o 11/Set teria sido impossível atacar o Afeganistão ou Iraque. As forças dentro do governo dos Estados Unidos e que dirigem o país queriam absolutamente atacar e destruir o Iraque. A destruição que levaram ao Iraque é inexprimível. E agora as mesmas forças querem fazer o mesmo ao Irão... Eles podem estar a tramar um outro 11/Set", preveniu o bispo.
O bispo Williamson considerou ainda que "O calor provocado pela queima do combustível dos aviões que colidiram com as torres gémeas do World Trade Center não poderia ter fundido as 47 colunas de aço de cada torre, levando-as ao colapso".
"Por outro lado, um avião comercial de carreira não podia ter atravessado seis das dez paredes que foram rompidas no Pentágono. Assim, o que foi o objecto que atingiu o Pentágono? Foi um míssil que atingiu o Pentágono. Foi um míssil, o qual só podia ter sido disparado por militares americanos", concluiu o bispo Williamson.

Fonte: Blog: Avenida da Liberdade (Espaço Público)
A notícia está em Global Research

Virtualísmo em que vivemos

Entrei apressado e com muita fome no restaurante. Escolhi uma mesa bem afastada do movimento, porque queria aproveitar os poucos minutos que dispunha naquele dia, para comer e acertar alguns bugs de programação num sistema que estava a desenvolver, além de planear a minha viagem de férias, coisa que há tempos que não sei o que são.

Pedi um filete de salmão com alcaparras em manteiga, uma salada e um sumo de laranja, afinal de contas fome é fome, mas regime é regime não é?

Abri o meu portátil e apanhei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim:

- Senhor, não tem umas moedinhas

- Não tenho, menino.

- Só uma moedinha para comprar um pão.

-Está bem, eu compro um.

Para variar, a minha caixa de entrada está cheia de e-mail.

Fico distraído a ver poesias, as formatações lindas, rindo com as

piadas malucas.

Ah! Essa música leva-me até Londres e às boas lembranças de tempos áureos.

- Senhor, peça para colocar margarina e queijo.

Percebo nessa altura que o menino tinha ficado ali.

- Ok. Vou pedir, mas depois deixas-me trabalhar, estou muito ocupado, está bem?

Chega a minha refeição e com ela o meu mal-estar. Faço o pedido do

menino, e o empregado pergunta-me se quero que mande o menino ir embora.

O peso na consciência, impedem-me de o dizer.

Digo que está tudo bem. Deixe-o ficar. Que traga o pão e, mais uma refeição decente para ele.

Então sentou-se à minha frente e perguntou:

- Senhor o que está fazer?

- Estou a ler uns e-mail.

- O que são e-mail?

- São mensagens electrónicas mandadas por pessoas via Internet (sabia que ele não ia entender nada, mas, a título de livrar-me de questionários desses):

- É como se fosse uma carta, só que via Internet.

- Senhor você tem Internet?

- Tenho sim, essencial no mundo de hoje.

- O que é Internet ?

- É um local no computador, onde podemos ver e ouvir muitas coisas,

notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar, trabalhar, aprender. Tem de tudo no mundo virtual.

- E o que é virtual?

Resolvo dar uma explicação simplificada, sabendo com certeza que ele pouco vai entender e deixar-me-ia almoçar, sem culpas.

- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos tocar, apanhar,

pegar... é lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer.

Criamos as nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que fosse.

- Que bom isso. Gostei!

- Menino, entendeste o significado da palavra virtual?

- Sim, também vivo neste mundo virtual.

- Tens computador?! - Exclamo eu!!!

- Não, mas o meu mundo também é vivido dessa maneira...Virtual.

A minha mãe fica todo dia fora, chega muito tarde, quase não a vejo, enquanto eu fico a cuidar do meu irmão pequeno que vive a chorar de fome e eu dou-lhe água para ele pensar que é sopa, a minha irmã mais velha sai todo dia também, diz que vai vender o corpo, mas não entendo, porque ela volta sempre com o corpo, o meu pai está na cadeia há muito tempo, mas imagino

sempre a nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos de natal e eu a estudar na escola para vir a ser um médico um dia.

Isto é virtual não é senhor???

Fechei o portátil, mas não fui a tempo de impedir que as lágrimas caíssem sobre o teclado.

Esperei que o menino acabasse de literalmente "devorar" o prato dele, paguei, e dei-lhe o troco, que me retribuiu com um dos mais belos e sinceros sorrisos que já recebi na vida e com um "Brigado senhor, você é muito simpático!".

Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato em que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel nos rodeia de verdade e fazemos de conta que não percebemos!

sábado, 1 de dezembro de 2007

O Futuro - José Carlos Ary dos Santos

Isto vai meus amigos isto vai
um passo atrás são sempre dois em frente
e um povo verdadeiro não se trai
não quer gente mais gente que outra gente

Isto vai meus amigos isto vai
o que é preciso é ter sempre presente
que o presente é um tempo que se vai
e o futuro é o tempo resistente

Depois da tempestade há a bonança
que é verde como a cor que tem a esperança
quando a água de Abril sobre nós cai.

O que é preciso é termos confiança
se fizermos de Maio a nossa lança
isto vai meus amigos isto vai.

ASAE Cumpre o teu Dever

Digitalizar0001

Fonte: Púlico

Niagra Falls

Niagra Falls