quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Justiça Para Flávia

dia 15 de Setembro 

Com uma grande blogagem colectiva internacional, vamos demonstrar o nosso apoio e solidariedade para com a Flavia e a Odele.

Eu_participo!

Imagem: Peciscas

sábado, 2 de agosto de 2008

A Felicidade exige valentia






















"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não
esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no
recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."


Fernando Pessoa


AMIGOS
AGRADEÇO ATENÇÃO E CARINHO DEMONSTRADO. BREVEMENTE IREI VISITÁ-LOS.
OBRIGADO E UM ABRAÇO

quinta-feira, 10 de julho de 2008

AUSÊNCIA I

AMIGOS

QUERO AGRADECER A TODOS ATENÇÃO E CARINHO DEMONSTRADO. PENSO VOLTAR EM FINAIS DE JULHO. 

OBRIGADO E UM ABRAÇO

quarta-feira, 2 de julho de 2008

AUSÊNCIA

 

Amigos e Visitantes deste blogue

Devido a uma queda, lesionei-me no braço direito, o que me impede durante algum tempo que espero seja breve, de publicar, visitar-vos  e comentar-vos.

Um Abraço a todos.

terça-feira, 1 de julho de 2008

O Mar

 Água  

Antes que o sonho (ou o terror) tecera

mitologias e cosmogonias,

antes que o tempo se cunhasse em dias,

o mar, sempre o mar, já estava e era.

Quem é o mar? Quem é o violento

e antigo ser que destrói os pilares

da terra, e é só um e muitos mares,

e abismo e resplendor e azar e vento?

Quem o olha vê-o pela vez primeira,

sempre. Com o assombro tal que as coisas

elementares deixam, as formosas

tardes, a lua, o fogo da fogueira.

Quem é o mar, quem sou? Sei-o no dia

que virá logo após minha agonia.

 

Poema de Jorge Luis Borges, "IN  Rosa do Mundo-2001 Poemas para o Futuro" da Assírio & Alvim